Esta é a versão em que o template ganhou o nome novo e perdeu a última dependência externa.
O nome passa a ser novathesis
Escrito com nova em semibold e thesis em light, e distribuído como imagens
SVG da insígnia e do logótipo que não precisam de nenhuma fonte instalada. Num
documento, o \novathesis mostra o logótipo em LuaLaTeX e XeLaTeX, e a palavra
composta nos restantes motores.
Alteração incompatível: NOVAthesisFiles passa a novathesisFiles
A pasta de suporte passou a minúsculas. O macOS e o Windows não dão por isso —
mas o Linux, o Overleaf e a integração contínua distinguem maiúsculas, e aí
qualquer personalização, script ou regra de .gitignore que ainda escreva o
nome antigo deixa de funcionar. Procura NOVAthesisFiles no teu projecto e põe
o NOVA em minúsculas.
Uma página de colofão a sério
Substitui o mini-colofão anterior: multilingue, com o logótipo do template, a
citação completa, a fonte em uso, o estado de PDF/A e um identificador de
compilação, apresentada conforme o teu docstatus.
Citar o template
A referência passa a entrar na bibliografia do teu próprio documento, o
CITATION.cff faz o GitHub mostrar o botão Cite this repository, a entrada
tem DOI e, no fim da compilação, o template avisa-te de que a referência foi
acrescentada. A antiga citação escondida a branco com 0,01pt desapareceu, tal
como a opção de a desligar.
Menos uma dependência
O pacote externo options foi substituído por um motor l3keys interno. Todos
os registos — pessoas, ficheiros, listas, ordem de impressão, línguas —
passaram para o novo motor e o código antigo foi apagado. O \ntsetup não
muda: é menos uma coisa para instalar e menos uma fonte de surpresas.
Também é novo: os ícones dos ODS passam a ser descarregados quando são precisos, o estilo de letra Jost, títulos de grupo opcionais por tipo de glossário e uma declaração de uso de IA para a UMinho. A lista completa está no changelog.
